Anum Preto lança seu segundo álbum no melhor estilo Do It Yourself, ouça aqui!

Anum Preto

Anum Preto é o pseudônimo de Aerson Moreira, artista multi instrumentista, poeta e geólogo cearense.

Aerson foi inicialmente inspirado pela forma de produção independente da cantora sueca Molly Nilsson e por artistas oitentistas do synth-pop soviético, como Allians, Biokonstruktor e Demolition Group.

Após compartilhar seus experimentos com pessoas próximas, o músico é incentivado a dar continuidade em suas produções. E assim em agosto de 2019 é oficialmente formado o Anum Preto com o lançamento da faixa “Outros Planos”, seguida pelos singles “Escala do Tempo” e “Perdendo Os Meus Nervos”, que foram lançados naquele mesmo mês.

O sincretismo desse synthpop que eu vinha trabalhando com minha forma de cantar mais áspera e grave remanescente de minhas influências nordestinas, acabou criando uma atmosfera Darkwave à primeira música que eu lancei nessa roupagem, Outros Planos, o que foi muito inesperado para mim, e acabou estabelecendo o formato inicial dos Singles que vieram nessa experimentação. A adaptação do pseudônimo Anum Branco para Anum Preto ocorreu então muito naturalmente”, diz Aerson.

Anum Branco era o nome do estúdio de tatuagem mantido por ele durante sua morada em Recife-PE. Anu (também chamado de Anum) é um passaro com a aparência semelhante a do corvo encontrado em todo território brasileiro.

Com a repercussão positiva de seus primeiros singles, o artista passou a dedicar-se a produção de seu primeiro álbum “Inferno Inferno”, que foi produzido e gravado de forma totalmente independente e lançado pelo seu próprio selo Miado Rouco Records em dezembro do ano passado. Em janeiro de 2020 a obra foi lançada em formato K7 pela Vlad Tapes. Ouça clicando aqui.

Sete meses se passaram desde o lançamento de seu primeiro ato e seu novo trabalho de nome homônimo é lançado aqui na Plainsong. O álbum contém 9 canções, incluindo as faixas “2027”, lançada em fevereiro e “Retrato” em abril. Ao ouvir a obra é notável a experiência adquirida com seu trabalho anterior e o amadurecimento de suas produções que traz um Anum Preto mais instrumentalizado, sintetizado, com arranjos mais desenvolvidos e reafirmando suas referências na música e na poesia nordestina de Belchior, Abidoral Jamaracaru , Gonzaguinha e no músico cubano Silvio Rodríguez. E é claro, no post-punk visceral do Joy Division, na new-wave da New Order e em nomes mais recentes, como: Interpol, Strokes, Molchat Doma e Belgrado.

“Eu acho que minhas poesias e consequentemente minhas músicas são um cabo de guerra em que em uma extremidade está a construção da nossa ideia de existência, e na outra está uma crítica insurgente à voracidade do sistema em somos obrigados a viver”, diz o músico.

Ouça abaixo o novo álbum do Anum Preto:

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